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Sou licenciado e mestre em psicologia clínica pelo ISPA e formei-me como psicoterapeuta pela Sociedade Portuguesa de Psicologia Clínica.

Sou membro efectivo da Ordem dos Psicólogos, membro da Sociedade Portuguesa de Psicologia Clínica e certificado pela Entidade Reguladora de Saúde.

Em concordância sigo um estrito código de ética e de conduta utilizando o método e a teoria psicanalítica.

A minha experiência profissional tem-se centrado sobretudo no acompanhamento psicoterapêutico em consultório privado e contexto hospitalar, CUF e Grupo Sanfil, assim como na investigação na área da psicanálise.

 Sou também autor do Livro “Clivagem – Forças A(r)madas”.

"A relação terapêutica visa a que o paciente possa estar munido de uma maior consciência de si-mesmo, o que se irá reflectir na potencialização das suas capacidades"

João Matos

A decisão de “ir ao psicólogo” pode ter duas motivações: sentir mal-estar psíquico ou querer conhecer-se em maior profundidade. Digamos que quem recorre a um psicoterapeuta para iniciar uma psicoterapia psicanalítica, à partida tem uma ideia do percurso que vai seguir. 

O cliente/paciente que se encontra com mal-estar psicológico e que pede ajuda, deseja sentir-se melhor. À partida é só isso que espera. No entanto, será por via deste processo de construção de um melhor entendimento de si-mesmo que levará a que a sintomatologia regrida ou cesse.
Assim, o método utilizado para proporcionar o bem-estar psíquico é exactamente o mesmo utilizado no caso de quem inicia o seu processo psicoterapêutico em busca de mais conhecimento pessoal.

O mal-estar psíquico advém de conflitos internos inconscientes. Um conhecimento mais vasto do próprio permite aclarar tais dinâmicas de forma a que estas deixem de causar desconforto.