Perguntas  Frequentes  

O pedido de acompanhamento parte habitualmente dos pais, familiares ou professores, que identificam alterações significativas no comportamento, nas emoções ou no desenvolvimento da criança.

Dificuldades persistentes na escola, ansiedade, agressividade, isolamento, tristeza, problemas de relacionamento ou outras mudanças importantes podem justificar uma primeira consulta de avaliação.

A intervenção precoce pode contribuir para prevenir o agravamento de algumas dificuldades emocionais e favorecer um desenvolvimento psicológico mais saudável.

Não. A psicoterapia pode ser realizada em qualquer fase da vida, desde a infância até à idade adulta.
A intervenção é sempre adaptada à idade, às necessidades e aos objetivos de cada pessoa.

Não existe uma duração pré-definida.

O número de sessões depende dos objetivos da pessoa, da natureza das dificuldades apresentadas e do ritmo do próprio processo terapêutico. Estes aspetos são discutidos nas primeiras consultas e reavaliados ao longo do acompanhamento.

Sim. As consultas podem decorrer em português ou em inglês.

Yes. Therapy sessions are available in both Portuguese and English.

Não é necessário existir uma doença psicológica para beneficiar de acompanhamento.

Muitas pessoas procuram ajuda porque vivem ansiedade, tristeza persistente, dificuldades nas relações, conflitos familiares ou profissionais, momentos de perda, separações, mudanças importantes de vida ou simplesmente porque desejam compreender-se melhor.

Se sente que o sofrimento emocional está a interferir com a sua qualidade de vida ou pretende desenvolver um maior conhecimento de si próprio, poderá fazer sentido marcar uma primeira consulta.

A escolha da intervenção depende sempre da situação concreta.

Nas primeiras consultas procuramos compreender o motivo da procura de ajuda e avaliar qual a forma de acompanhamento mais indicada. Em alguns casos poderá ser recomendada psicoterapia; noutros, aconselhamento parental ou, quando necessário, uma avaliação psicológica.

A psicoterapia e a psiquiatria não são abordagens concorrentes; são frequentemente complementares.

A psicoterapia procura compreender e tratar o sofrimento psicológico através da relação terapêutica e do trabalho sobre os conflitos emocionais, promovendo mudanças mais profundas e duradouras.

A psiquiatria poderá ser importante quando existe indicação para tratamento farmacológico, sobretudo em situações de maior gravidade ou quando os sintomas comprometem significativamente o funcionamento da pessoa.

Sempre que necessário, o acompanhamento psicoterapêutico pode decorrer em articulação com um médico psiquiatra.

O objetivo da psicoterapia é precisamente o contrário: promover autonomia.

Ao longo do processo terapêutico procura-se desenvolver uma maior compreensão de si próprio, reforçar os recursos internos e aumentar a capacidade para enfrentar os desafios da vida de forma mais livre e consciente.

O sucesso da psicoterapia mede-se, em última análise, pela capacidade da pessoa prosseguir o seu percurso sem necessitar da continuidade da terapia.