Em relação à terapêutica com crianças, serão os pais ou os professores, os convocados ao papel de verificarem a pertinência de um acompanhamento.
As razões divergem das dos adultos. A recorrência de comportamentos invulgares (agressividade, anti-sociais, encapsulamento, entre outros), o constante insucesso escolar ou o mal-estar pessoal serão os sintomas de alerta para que seja feita uma primeira consulta de despiste.
Importa salientar que a resolução de certas problemáticas em tenra idade previne a evolução destas organizações psíquicas para patologias futuras de maior gravidade.
Todas as idades são indicadas, sendo a intervenção adequada à idade do paciente/cliente.
A duração de uma psicoterapia depende sobretudo do ritmo e do objetivo do cliente/paciente. Estas nuances serão sempre abordadas nas primeiras sessões.
As sessões podem ser em inglês ou em português. / Yes, it’s possible.
O desconforto psíquico não tem necessariamente de estar associado a uma patologia específica.
Este pode surgir em determinados momentos da vida de uma pessoa, estando relacionado com situações de maior stress do dia-a-dia, como por exemplo uma relação amorosa instável, uma situação profissional conflituosa, entre outras, ou pode ainda ser derivado de episódios pontuais, como uma gravidez, um luto, um acidente grave e outros mais.
Independentemente do que o despoleta, o sentir-se psicologicamente inquieto(a) e/ou ainda algumas somatizações de sintomas, como por exemplo frequentes arritmias cardíacas ou dores de cabeça, poderão ser os sinais indicadores da necessidade de uma consulta de psicologia clínica.
Acrescida a estas causas estará o recurso à psicoterapia com vista a um conhecimento mais profundo de si-mesmo.
A intervenção utilizada será decidida consoante o pedido do cliente. Inicialmente é realizada uma consulta de psicologia clínica para determinar a necessidade de um acompanhamento psicoterapêutico.
O recurso ao método de avaliação psicológica poderá ter lugar quando solicitado por terceiros.
Sempre que existir sofrimento psíquico significativo, é importante que este seja compreendido e tratado através de um acompanhamento psicoterapêutico.
Será por via da relação psicoterapêutica que os conflitos psicológicos poderão adquirir uma compreensão que resulte numa maior harmonia intra-psíquica.
A medicação apenas permitirá uma pausa num determinado sintoma, ficando a origem da problemática por se tratar.
Embora que mediaticamente muitas vezes seja vendido um outro cenário, apenas em situações de maior gravidade ou em casos de emergência pontual, é que o complemento psiquiátrico deve ser colocado, representado, quando pertinente, uma ferramenta útil para ajudar o paciente a estabilizar.
O objectivo de um processo terapêutico é “causar” independência.
Ou seja, toda a construção da relação terapêutica visa a que o cliente/paciente possa estar munido de uma maior consciência de si-mesmo, o que se irá reflectir na potencialização das suas capacidades.